VIOLEIRO ROBERTO CORREA
Neste final de semana Roberto Corrêa é o solista convidado da Orquestra de Câmara de Mato Grosso. Eles se apresentam no Itaú Cultural, em São Paulo, onde também gravarão um DVD ao vivo. A Orquestra, liderada pelo maestro Leandro Carvalho, tem uma proposta original e incorporou em sua formação um naipe de violas de cocho.
Na próxima semana Roberto Corrêa apresenta programa solo no SESC Pompéia, em São Paulo (Projeto Caipiras de Garoa, sexta dia 29/06), e no CCBB em Brasília (Projeto Todos os Sons, domingo, dia 01/07).
Seguem abaixo as informações completas.
Aproveito a oportunidade para agradecer o carinho que muitos manifestaram a Roberto Corrêa pela homenagem que ele recebeu através do título de Cidadão Honorário de Brasília. A Sessão Solene foi muito bonita e um momento muito especial para nós.
Abraços a todos,
Juliana Saenger
Viola Corrêa Produções Artísticas
(61) 3036-6686
Escrito por Luiz Viola às 15h38
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VIOLANDO FRONTEIRAS
O movimento Violando Fronteiras nasceu a partir de uma necessidade praticamente unânime entre os artistas independentes brasileiros: a de ter seus trabalhos divulgados pelo país, uma vez que são poucas as rádios, televisões e jornais comerciais que dão espaço à esse segmento tão criativo e defensor da verdadeira cultura musical brasileira, porém de poucos recursos financeiros.
Moxuara (ES), Viola Quebrada (PR), Viola Urbana (MG) e Violeiros Matutos (SP) são grupos que já há algum tempo se simpatizavam, de encontros em apresentações na mídia e pela internet, onde havia sempre troca de intenções em se fazer “alguma coisa juntos”. Juntando os interesses, foi proposta a compilação de um CD com três amostras de cada grupo, que representasse a união destes trabalhos cuja sonoridade e o compromisso com a cultura brasileira se fazem similares, apesar das saudáveis diferenças de regionalidades, diferenciais próprios e tempos de carreira. Foi feito um encontro de representantes em Abril de 2007, de onde foi escolhida, por voto da maioria, a marca Violando Fronteiras, e traçadas várias atividades em conjunto, como por exemplo a arrojada empreitada de compor uma canção com a participação de todos, e gravá-la com características musicais que os representassem, ao mesmo tempo individualmente (nas estrofes) e em conjunto (no refrão). Essa canção, verdadeira prova de força de conjunto e de violação das fronteiras das distâncias e dificuldades, é a faixa-título do CD a ser lançado em Julho de 2007, no Grande Teatro do Palácio das Artes, em Belo Horizonte/MG. Foi conseguido o apoio da Banda de Pau e Corda, de Recife/PE, grupo de características semelhantes que completa 35 anos de carreira em 2007, e que gentilmente cedeu uma faixa como participação especial no CD Violando Fronteiras.
A partir do CD, pretende-se que seja iniciado um projeto de intercâmbio entre os grupos, com shows nos estados envolvidos, a começar com o da própria Banda de Pau e Corda em Belo Horizonte, em Setembro de 2007 (após mais de 15 anos sem se apresentar em Minas Gerais); e, nos meses seguintes, dos outros três participantes do Violando Fronteiras, no projeto “Violando Fronteiras: Viola Urbana recebe”. Pretende-se ainda uma grande divulgação deste movimento pelos meios ligados à cultura, e a busca de apoios, iniciados pelo programa Sr. Brasil, da TV Cultura de São Paulo, que pela primeira vez recebeu o grupo Viola Quebrada em Junho de 2007 (os outros três grupos já haviam participado do programa anteriormente) dando ainda espaço para representantes do Violando Fronteiras, presentes à gravação, testemunharem a criação do projeto e o lançamento do CD. Rolando Boldrin ainda sugeriu, na oportunidade, que o CD Violando Fronteiras fizesse parte do seu novo selo, “Vamos tirar o Brasil da gaveta”, a ser lançado pela sua nova gravadora, a Som Livre.
Escrito por Luiz Viola às 07h52
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